terça-feira, 25 de outubro de 2016

Confira: existe uma nuvem gigante de gás cósmico em rota de colisão com a Via Láctea


De acordo com os astrônomos, Andrômeda e a Via Láctea devem se encontrar dentro de 4 bilhões de anos e protagonizar um espetacular choque galáctico. No entanto, segundo Dom Galeon, do portal Futurism, muito antes de isso acontecer, outra estrutura espacial trombará com os limites da nossa galáxia. Contudo, não se preocupe, pois isso só deve ocorrer dentro de 30 milhões de anos; portanto, até lá não sabemos sequer se a humanidade continuará existindo!
Pesquisadores da NASA que acompanham as explorações do telescópio espacial Hubble descobriram que uma massa de gás cósmico chamada Nuvem de Smith está se movendo a 1,1 milhão de quilômetros por hora na direção da Via Láctea. Para você ter uma ideia, essa estrutura errante tem 11 mil anos-luz de comprimento e 2,5 mil anos-luz de largura — onde 1 ano-luz equivale a cerca de 9,5 trilhões de quilômetros —, portanto a nuvem é imensa.

Trombada gasosa

Segundo Dom, a nuvem foi descoberta em meados dos anos 60 por um astrônomo holandês chamado Gail Smith, e os cientistas estimam que ela se formou há cerca de 70 milhões de anos. Além disso, devido à composição da estrutura — rica em enxofre —, é possível que ela originalmente fizesse parte da nossa galáxia, mas, por alguma razão, acabou sendo expelida.

 

Imagem mostra o que os astrônomos esperam que aconteça dentro de vários milhões de anos
Só que a nuvem decidiu voltar para a Via Láctea, e a colisão está prevista para acontecer dentro de aproximadamente 30 milhões de anos, e é pouco provável que algum terráqueo — se é que restará algum por aqui até lá! — sofra qualquer consequência com o choque. Isso porque a trombada deverá ocorrer nos limites da nossa galáxia.
Por outro lado, se a humanidade continuar existindo, quem estiver por aqui poderá presenciar um verdadeiro espetáculo de luzes no céu e testemunhar o nascimento de cerca de 2 bilhões de novas estrelas. Vai dizer que agora você não ficou com vontade de estar vivo para assistir a um evento como esses!

Trajetória da Nuvem de Smith

Ainda segundo Dom, para o pessoal da NASA a nuvem serve de exemplo de como a nossa galáxia está evoluindo ao longo do tempo. Em outras palavras, ela demonstra como a Via Láctea, ao contrário do que possa parecer, é um local superativo e revela a forma como ela está reciclando seu próprio material através de nuvens de gás para dar origem a novas estrelas.

sábado, 22 de outubro de 2016

Conheça a primeira nação espacial independente do Sistema Solar

Não pense você que os humanos estão satisfeitos com apenas lançar sondas e telescópios espaciais pelo cosmos, enviar astronautas em órbita — e até à Lua — ou sonhar com a colonização de outros planetas. Não, caro leitor! Caso você não saiba, existe uma organização que tem como propósito fundar a primeira nação espacial independente de que se tem notícia e conquistar a democratização do espaço.
A iniciativa foi batizada de Asgardia — em referência a Asgard, reino da mitologia nórdica que abriga personagens como Odin e Thor — e visa a construção de uma nação no espaço onde os terráqueos poderão viver e trabalhar. Mais precisamente, um dos principais focos seria auxiliar na mineração espacial e defender a Terra de ameaças cósmicas, entre elas, o impacto de asteroides e outros objetos e, porque não, as invasões alienígenas.

Asgardia

O projeto foi apresentado recentemente durante uma conferência em Paris, e foi idealizado pelo renomado cientista e empresário russo Igor Ashurbeyli, fundador do Centro Internacional de Pesquisa Aeroespacial (AIRC) na Rússia e presidente do comitê de ciências espaciais da UNESCO.
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Você toparia se tornar um asgardiano?
E Igor não está sozinho nessa! Ele escalou um time de peso para apoiar a fundação de Asgardia, incluindo David Alexander, diretor do Instituto Espacial da Universidade Rice, Joseph Pelton, diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais e de Comunicação Avançada (SACRI) da Universidade George Washington, Ram Jakhu, diretor do Instituto de Direito Aéreo e Espacial da Universidade McGill, e o cosmonauta romeno Dumitru-Dorin Prunariu.
Aliás, pelo menos no papel, Asgardia já existe, e seus idealizadores estão buscando terráqueos que se interessem pelo projeto e estejam dispostos a receber a cidadania asgardiana. Na verdade, não existem muitas exigências para quem quiser se tornar cidadão da primeira nação espacial do Sistema Solar: basta ter mais de 18 anos e ser nascido em um país que aceite a dupla cidadania, como o Brasil, por exemplo. Interessado? Você pode se inscrever através do link.
Vale destacar que o time por trás do projeto dará preferência aos primeiros 100 mil inscritos para conceder as cidadanias, e está interessado em encontrar perfis específicos. Na realidade, a equipe espera atrair especialmente candidatos que atuem em áreas como engenharia, astronomia e direito espacial — e até o momento da publicação desta matéria, já havia mais de 460 mil interessados em se tornar cidadãos asgardianos.

Poucos detalhes

Ainda não existem muitos detalhes a respeito de como Asgardia será construída, muito menos sobre como ela será financiada. Mas, de momento, se sabe que Ashurbeyli investiu dinheiro do próprio bolso na iniciativa. Além disso, segundo os — poucos — detalhes que foram divulgados até agora, o primeiro passo do projeto envolverá enviar um satélite em órbita nos próximos 18 meses, a tempo para celebrar os 60 anos do primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik.
Olha o Sputnik aí!
A ideia do grupo é que, com o tempo, uma espécie de estação espacial permanente seja construída na baixa órbita terrestre ou um pouco mais além, e esse local, por sua vez, será regido por suas próprias leis e regras e servirá de lar para pessoas que estejam dispostas a trabalhar para o bem da humanidade.
Mais especificamente, Ashurbeyli espera que Asgardia seja um reflexo do nosso planeta no espaço, mas sem as suas fronteiras, limitações, restrições religiosas etc., e que seus habitantes tenham como principal meta proteger o nosso planeta e fazer o bem.
Cena do filme "Elysium"
Mas, antes que Asgardia seja considerada oficialmente como nação, ela deverá preencher alguns requisitos: ela precisará de um “território” onde se instalar (a tal estação espacial – checado!), uma população (esse provavelmente será o item mais fácil de conquistar – checado!), um governo (questão que já foi pensada pelos idealizadores – checado!) e ser reconhecida tanto pelas Nações Unidas como pelos demais países membros da organização.
Com relação a esse último requisito, a ideia é que, eventualmente, Asgardia tenha uma população de 150 milhões de asgardianos — embora apenas alguns possam viver no espaço —, e os fundadores esperam que o próprio número de interessados acabe convencendo a ONU a reconhecê-la como uma nação soberana.
Mais uma cena do filme "Elysium"
Parece loucura? Na realidade, parece um pouco sim, e alguns críticos apontaram que, no atual estágio do projeto, não ficou muito claro no quê Asgardia se diferenciaria da Estação Espacial Internacional — ou da estrutura fictícia que apareceu no filme “Elysium”. No entanto, temos que admitir que, cedo ou tarde, alguém pensaria em fundar uma micronação no espaço, não é mesmo? De qualquer forma, teremos que aguardar até que mais detalhes sejam divulgados.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Confira: coisas surpreendentes que existem na natureza

20 coisas surpreendentes que você não vai acreditar que ocorrem na natureza



O que não faltam pelo mundo são lugares e paisagens incríveis que parecem de mentira. Pois não é que encontramos mais uma coleção de coisas surpreendentes que existem na natureza! Assim, de bolhas de gás congeladas em lagos, a cachoeiras submersas e ondas cintilantes, prepare-se para conferir 20 imagens de coisas incríveis que podem ser encontradas pelo planeta:

1 – Bolhas de gás congeladas

Lago Abraham, no Canadá

2 – Caverna de cristais gigantes

Mina de Naica, no México

3 – Ondas cintilantes

Vaadhoo, nas Maldivas

4 – Montanhas listradas

Formação rochosa localizada no Arizona, EUA

5 – Árvores envoltas em teias

Vilarejo de Sindh, no Paquistão

6 – Floresta submersa

Lago Kaindy, Cazaquistão

7 – Tempestade vulcânica

Vulcão Sakurajima, no Japão

8 – Pilares de luz

Moscou, na Rússia

9 – “Rochas” vivas

 
Animal marinho comum nas praias do Chile conhecido como “piure”

10 – Geometria marinha

Desenhos produzidos pelas nadadeiras dos baiacus na costa do Japão

11 – Eucaliptos multicoloridos

 
Da espécie Eucalyptus deglupta, podem ser encontrados em vários países no hemisfério norte.

12 – Cabelos de gelo

Formações provocadas por alterações químicas causadas por microrganismos presentes nas plantas

13 – Tempestade eterna

Conhecido como Catatumbo, o fenômeno pode ser visto na Venezuela e ocorre 160 vezes no ano

14 – Cachoeira submersa

 
Em Maurício — na verdade, trata-se de uma “ilusão de óptica” provocada pela areia sendo puxada pelo oceano

15 – Torres de vapor

Fumarolas localizadas no noroeste da Islândia

16 – Arco-íris montanhoso

Formações rochosas do Parque Geológico Zhangye Danxia, na China

17 – Flores de gelo

Fenômeno que ocorre em regiões árticas

18 – Lava azul

Indonésia — o efeito é provocado devido à combustão de gases sulfúricos em alta temperatura expelidos pelas fissuras do vulcão

19 – Cachoeira de fogo

 
Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia — em realidade, a imagem acima pode ser vista durante alguns momentos em fevereiro quando o sol bate nas águas da cachoeira em um ângulo específico

20 – Deserto florido

Atacama, no Chile

Fonte: Mega Curioso

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Chineses descobrem o inseto mais comprido do mundo



Se você não gosta de insetos, essa notícia é péssima para você: um grupo de cientistas chineses afirma ter descoberto aquele que é o inseto mais comprido do mundo. Ele pertence ao gênero Phryganistria, aquele com bichinhos que se assemelham muito a galhos de árvores, e tem 62,4 centímetros.
Apesar de ter sido encontrado em 2014, apenas agora ele foi finalmente classificado como o mais comprido, batendo a descoberta anterior de um inseto parecido que tem 56,7 cm e encontra-se no Museu de História Natural de Londres. O responsável pela descoberta foi Zhao Li, do Museu de Insetos do Oeste da China.

 
Um pouco mais comprido que um dedo indicador

Ele afirma que a caçada pelo Phryganistria chinensis Zhao – batizado em homenagem ao próprio descobridor – durou alguns anos e começou depois que alguns fazendeiros alegaram ter visto um inseto enorme, do tamanho de um dedo indicador.
 


"Eu estava coletando insetos em uma montanha na região de Guangxi quando vi uma sombra enorme surgir, parecida com um graveto", explicou Zhao. "Foi quando cheguei perto que vi que as pernas do inseto eram tão grandes quanto seu corpo".
Ao levar o bicho de volta para o museu, o pesquisador disse que ele tinha seis ovos e que a menor das novas criaturas tinha 26 centímetros. Deve ser uma questão de tempo para que um novo recorde apareça.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Conheça estes lugares onde a natureza venceu a civilização




1. Vila Houtouwan, na China

Depois de serem abandonadas pelos pescadores que nelas moravam, as casas desta ilha chinesa foram transformadas em espaços verdes pela natureza.

(Reprodução/Mental_Floss)

2. Kolmanskop, na Namíbia

A extração de diamantes fez esta cidade africana se desenvolver freneticamente no início do século 20, mas, depois de o minério ter se esgotado na década de 1950, as oportunidades de trabalho acabaram mudando de endereço. Isso fez com que o lugar, desabitado, acabasse sendo tragado pelas areias do deserto.

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(Reprodução/Mental_Floss)

3. Ta Prohm, no Camboja

Entre os séculos 9 e 12, a maior parte do Sudeste Asiático era dominada pelo Império Khmer, que ergueu edificações sagradas faraônicas, como, por exemplo, o templo de Angkor Wat. Mas, além dele, há outra construção no complexo arquitetônico Khmer que chama bastante a atenção: a Ta Prohm, que está tomada por árvores que crescem por dentro e fora das suas ruínas. O templo foi um dos cenários do filme “Lara Croft: Tomb Raider”, estrelado por Angelina Jolie e lançado em 2001.

(Reprodução/National Geographic)

4. Ilha de Ross, na Índia

Da mesma forma que o templo Ta Prohm, no Camboja, as construções desta ilha indiana também estão sendo regeneradas pela vegetação. Só que, neste caso, a ocupação da natureza foi iniciada somente na década de 1940, quando a ilha foi abandonada por seus moradores depois de ser assolada por um terremoto e invadida por japoneses.

(Reprodução/Mental_Floss)

5. Pripyat, na Ucrânia

Esta era uma das cidades que ficavam próximas à usina de Chernobyl que, após o acidente nuclear, precisaram ser totalmente evacuadas. Depois que os seus quase 50 mil habitantes a deixaram, ela passou a ser povoada por lobos, cavalos selvagens, javalis e castores.

(Reprodução/Mental_Floss)

6. Vila Epecuén, na Argentina

As águas salgadas do lago Epecuén atraíam dezenas de milhares de turistas da capital argentina na alta temporada. Porém, em 1985, o badalado destino ganhou as manchetes de forma trágica: depois de um inverno chuvoso, o nível da água do lago se elevou em 10 metros, obrigando os moradores e comerciantes da região a abandonarem as suas casas às pressas. Hoje em dia, depois de o volume-d’água ter abaixado, é possível ver o cenário desolador deixado pela devastação.

(Reprodução/Mental_Floss)

7. SS Ayrfield, na Austrália

Por muitos anos, a baía de Homebush, em Sidney, na Austrália, foi utilizada como uma espécie de desmanche de lixo industrial — o que incluía, também, navios inutilizados. Uma das embarcações, chamada SS Ayrfield, foi levada até lá para ser desmantelada, porém, por alguma razão desconhecida, desistiram de submergi-la. O que aconteceu é que, depois de mais de quatro décadas flutuando, ela virou uma floresta flutuante e revela a impressionante capacidade de a natureza regenerar os espaços mais inusitados.

(Reprodução/Mental_Floss)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Como funcionam as hortas urbanas

Inspiradas na iniciativa suíça, as hortas urbanas ganham os telhados brasileiros. Saiba mais!


Descubra como funcionam as hortas urbanas

Chega em breve ao Brasil a Urban Farmers, uma iniciativa suíça que tem o objetivo de produzir alimentos no alto de prédios urbanos sem nenhum tipo de agrotóxico e evitando desperdícios. Para que as hortas urbanas sejam instaladas, é preciso pelo menos mil metros quadrados de área, para a construção da estufa para o cultivo de vegetais diversos como legumes, frutas e ervas. No mesmo espaço, peixes são cultivados em tanques, e a água com os resíduos dos animais é levada, por meio de tubos, até a plantação, a fim de adubá-la.

*Por Redação da Revista Vida Natural | Adaptação Kelly Miyazzato.


 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Reinvente, use materiais descartados e crie um pufe

Pufe de pneu

Revista-Natureza307
Quando descartado na natureza, os pneus velhos poluem o meio ambiente e demoram muito tempo para se decompor. Uma dica é reaproveitá-los transformando-os em pufes para as crianças. Veja como fazer


Material necessário
 

- Pneu usado aro 14
- 45 m de corda de sisal
- 8 parafusos nº 6
- Chave de fenda
- Furadeira
- Broca nº 6
- Pistola e 15 bastões de cola quente
- 2 bolachas de madeira MDF cortadas no diâmetro do pneu
- Tesoura

1. Acomode uma bolacha de madeira em cima do pneu e faça quatro furos em cantos opostos, vazando o pneu.


2. Rosqueie o parafuso para prender o MDF no pneu. Repita a operação para fixar a segunda bolacha de madeira do outro lado do pneu.


3. Coloque cola quente no centro de uma das bolachas e cole a ponta da corda. Continue colando-a formando uma espiral.


4. Quando a corda chegar no meio do pneu, vire-o de cabeça para baixo e siga colando a corda até cobri-lo por completo.


5. Assim que a corda chegar na bolacha de madeira, corte a ponta e cole. O pufe está pronto (a madeira deve ficar em contato com o chão).




Este passo a passo foi retirado da Revista Natureza seção Almanaque – Dica da Aida ao pequeno jardineiro, edição 307