sábado, 10 de junho de 2017

Paisagens, cidades e alguns pontos turísticos com uma vista impressionante


Marcos famosos como O Arco do Triunfo ou as Pirâmides de Gizé podem ser reconhecidos facilmente pela maioria das pessoas. Mas esta série de fotografias aéreas nos dá uma visão panorâmica e completamente nova desses lugares.
As imagens ilustram como uma mudança de perspectiva pode alterar a nossa visão. Além disso, alguns lugares como os hotéis de Dubai, a floresta Mangrove, na Nova Caledônia, e até mesmo as Pirâmides de Gizé, no Egito, são ainda mais impressionantes quando vistos de cima.
Apesar de quase todas as fotografias terem sido capturadas sob a perspectiva real de um pássaro, algumas parecem ter vindo de uma altitude que nem mesmo os pássaros poderiam alcançar, já que os fotógrafos geralmente utilizam balões de ar quente, planadores e helicópteros para realizarem o trabalho.
O resultado é épico:
Vale Bac Son, Vietnã
HYPENESS_Passaro_Vientam
Imagem: Hai Thinh
Veneza, Itália
HYPENESS_Passaro_Veneza
Imagem: Yann Arthus Bertrand
Vaticano, Itália
HYPENESS_Passaro_Vaticano
Imagem: Randy P
Vancouver, Canadá
HYPENESS_Passaro_Vancouver
Imagem: Evan Leeson
Vale Meskendir, Turquia
HYPENESS_Passaro_Turquia
Imagem: Beng Lieu Song

Rio de Janeiro, Brasil
HYPENESS_Passaro_Rio
Imagem: Antonello
Pomerânia, Polônia
HYPENESS_Passaro_Poland
Imagem: Kacper Kowalski
Paris, França
HYPENESS_Passaro_Paris
Imagem: imgur.com
Moscou, Rússia
HYPENESS_Passaro_Moscou
Imagem: imgur.com
Floresta Mangrovia, Nova Caledônia
HYPENESS_Passaro_Mangroves
Imagem: Yann Arthus Bertrand
Dubai, Emirados Árabes
HYPENESS_Passaro_Marina Bau
Imagem: airpano.com
Seattle, Estados Unidos
HYPENESS_Passaro_Seatle
Imagem: thatcherphotography.com
Male, Ilhas Maldivas
HYPENESS_Passaro_Maldivas
Imagem: Mohamed Abdulla Shafeeg
Campos de tulipas, Holanda
HYPENESS_Passaro_Holanda
Imagem: Normann Szcop
Cataratas do Niágara, Canadá
HYPENESS_Passaro_Falls
Imagem: thezooom.com
Cidade do México, México
HYPENESS_Passaro_Mexico
Imagem: Pablo Lopez Luz
Maze em Longleat, Inglaterra
HYPENESS_Passaro_England
Imagem: archives.4plebs.org
Pirâmides de Gizé, Egito
HYPENESS_Passaro_Egito
Imagem: satinmagincorp.com
Dubrovnik, Croácia
HYPENESS_Passaro_Dubrovinik
Imagem: Michaelphillipr
Terraços dos campos de arroz, China
HYPENESS_Passaro_China
Imagem: Thierry Bornier
Chicago, Estados Unidos
HYPENESS_Passaro_Chicago
Imagem: Robert Elves
Amsterdã, Holanda
HYPENESS_Passaro_Amsterdam
Imagem: Bored Panda
Cidade do Cabo, África do Sul
HYPENESS_Passaro_CapeTown
Imagem: imgur.com
Berna, Suíça
HYPENESS_Passaro_Berna
Imagem: imgur.com
Barcelona, Espanha
HYPENESS_Passaro_Barcelona
Imagem: Aldas Kirvaitis
Atenas, Grécia
HYPENESS_Passaro_Atenas
Imagem: imgur.com
Xangai, China
HYPENESS_Passaro_Xangai
Imagem: imgur.com
Nova Iorque, Estados Unidos
HYPENESS_Passaro_CentralPark
Imagem: Sergey Semenov
Fonte:  

terça-feira, 6 de junho de 2017

Fotossíntese artificial para criar combustível à base de hidrogênio



Pesquisadores do Laboratório Nacional Brookhaven, do Departamento de Energia dos EUA, e do Virginia Tech, desenvolveram um sistema de fotossíntese artificial para criar combustível à base de hidrogênio.

Diferente da fotossíntese natural, que converte a energia solar, dióxido de carbono e água em glicose, para fornecer energia às plantas, liberando oxigênio no processo, o modelo criado pelos cientistas converte energia solar em química, produzindo hidrogênio.

Os pesquisadores enfrentaram consideráveis desafios ao tentar replicar artificialmente o processo de fotossíntese. Mas, por meio de uma “supramolécula”, que imita a fotossíntese das plantas, eles conseguiram utilizar a luz solar para produzir hidrogênio. Este, por sua vez, um dia poderia ser utilizado como combustível.

Enquanto a fotossíntese natural requer que as plantas, por meio de centenas de moléculas de pigmento (clorofila e outras), absorvam a luz solar em comprimentos de ondas específicos, o modelo artificial exige a concepção de um sistema molecular que possa absorver a luz, transportar e separar a carga elétrica e direcionar reações produtivas de combustível de forma síncrona para converter a energia solar em química eficientemente.

Para que isso fosse possível, os pesquisadores projetaram uma supramolécula capaz de fazer todas essas coisas. Basicamente, ela é baseada em um fotocatalisador – um material que acelera as reações químicas ao absorver a luz. Ele contém centros catalíticos de luz feitos de íons de rutênio, conectados a outro centro feito de ródio. A molécula de ponte que liga os dois metais transfere os elétrons do rutênio para o catalisador de ródio, onde o hidrogênio é produzido.

Contudo, os pesquisadores criaram duas versões dessas supramoléculas – uma com seis centros de rutênio e a outra com apenas três. Eles descobriram que aquelas com seis centros de absorção de luz, produziram mais hidrogênio do que o sistema com apenas três centros, uma vez que permaneceram estáveis por mais tempo (cerca de 10 horas).

Logo, a molécula com seis rutênios funcionou melhor porque era mais pobre em elétrons, o que significa que era mais receptiva ao recebimento deles do que sua contraparte menor. Os cientistas concluíram que as descobertas sobre como essas supramoléculas funcionam poderiam incentivar estudos adicionais sobre essa essa ideia de fotossíntese artificial para colheita de luz e produção de combustível no futuro.

Fonte: [ Daily Mail ] [ Fotos: Reprodução / Daily Mail ]

sábado, 3 de junho de 2017

Por causa do aquecimento global virus antigos serão liberados

Vírus antigos poderão ser liberados pelo derretimento do gelo do Ártico causado pelo aquecimento global



Cientistas que trabalharam no Círculo Ártico ao longo das últimas décadas descobriram que uma série de vírus antigos congelados dentro do permafrost poderá, em breve, ser reavivada graças ao aquecimento global.

Em 2015, pesquisadores na Sibéria descobriram que o chamado Mollivirus sibericum, um patógeno de cerca de 30 mil anos de idade retirado desse gelo permanente, foi capaz de infectar uma ameba em experimentos laboratoriais. Ainda, cerca de uma década antes, pesquisadores encontraram o primeiro Mimivirus, um espécime com 1.200 genes e duas vezes o tamanho dos vírus tradicionais, enterrado sob camadas de gelo na tundra russa. (Para efeito de comparação, o HIV possui apenas nove genes).




Contudo, para Carl Zimmer, colunista de ciência do New York Times, a probabilidade de esses vírus serem liberados e irem ao encontro dos seres humanos é pequena e não deve ser considerada uma grande preocupação. “Esses vírus infectam amebas, então se você é uma ameba, sim, você realmente deve ter medo”, disse Zimmer à Business Insider em uma entrevista em 2015.“Não existem patógenos humanos que tenham saído do permafrost siberiano. O que não quer dizer que vírus não sejam capazes de surgir, mas há tantos vírus circulando em animais vivos, que acho que devemos colocar esses congelados no final de nossa lista de preocupações”.

Zimmer acrescentou em uma entrevista mais recente que a maioria desses vírus foi encontrada após amostras de permafrost serem derretidas em laboratório, o que não necessariamente significa que eles estejam rastejando ao longo da tundra russa “como um microscópico Frankenstein”. “Eles não simplesmente descongelaram”, disse. “Eles foram cuidadosamente processados em laboratório. Essa é mais uma prova de que as probabilidades de um surto de vírus antigos são muito baixas”.

Contudo, isso não significa que as descobertas recentes sejam inúteis. Elas de fato nos ensinam coisas valiosas sobre a natureza dos vírus, que anteriormente assumimos serem pequenos e simples. Esses recém-descobertos, por outro lado, são cerca de 30 vezes maiores do que os normais, rivalizando com o tamanho de uma bactéria. Além do tamanho incomum, o Mollivirus sibericum difere da grande maioria dos vírus porque possui mais de 500 genes que auxiliam na produção de proteínas. “Eles são fascinantes e nos desafiam a pensar sobre o que realmente são os vírus”, disse Zimmer.

[ Science Alert ] [ Fotos: Reprodução / Science Alert ]

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Presença de Borboletas Ajuda a Avaliar Impactos Ambientais

Presença de Borboletas Ajuda a Avaliar Impactos Ambientais

Todo mundo sabe que a natureza é a principal responsável pela vida na Terra que conhecemos. Isso porque, tudo aquilo que vemos, ouvimos e sentimos tiveram como início a natureza: violões que foram fabricados a partir da madeira de árvores; os alimentos ingeridos, industriais ou orgânicos, tiveram compostos retirados da natureza, os carros que vimos pelas ruas tiveram suas matérias primas retirados do meio ambiente, enfim. A natureza é a responsável por tudo e por todos.
No entanto, os seres humanos não aprenderam ainda as regras do jogo da vida, por conta das incessantes explorações ambientais promovidas por grandes corporações ou grandes proprietários de Terra. O que se vê diante dessa negligência por parte dos humanos é vários desequilíbrios ambientais. Um dos mais recentes e impactantes foi o desastre em Mariana, Minas Gerais, onde uma barragem de sedimentos de propriedade da mineradora Vale e Samarco se rompeu, liberando milhares de metros cúbicos de lama e restos de mineração no Rio Doce, causando a sua “morte”. É considerado o maior desastre ambiental da história do Brasil, e os seus legados negativos ainda perdurarão por décadas.
As atenções são voltadas, também, para a floresta amazônica, que é considerado um dos maiores santuários de biodiversidade do mundo. Sofrendo com desmatamento constante, a área é sempre alvo de proteções governamentais a fim de preservar as espécies animais e vegetais, para não acabarem sendo ceifadas pela ganância e pelo autoritarismo.

As Borboletas

As borboletas são pequenos insetos que trazem alegria e paz por ondem passam. Sempre dotadas de pelas cores e formatos, as borboletas são mais encontradas, geralmente, em florestas e ou bosques. No entanto, não são todas as espécies de borboletas “amigáveis” aos seres humanos, já que algumas são verdadeiros terrores a agricultores e outros que dependem da colheita para sobreviver: algumas larvas de borboleta são extremamente prejudiciais na colheita, por comerem as folhas das plantas, as deixando doentes, causando transtornos e prejuízos aos agricultores.


No entanto, ninguém pode negar que as borboletas em si exaltam beleza e leveza nos locais onde se encontra. Basta ver que, em uma cidade, onde o concreto está cada vez mais enraizado, tem a monotonia do cinza quebrado por conta das extravagantes cores que as borboletas apresentam, bem como seus movimentos de voo irregulares, que a deixam ainda mais encantadora.
As borboletas possuem dois pares de asas de tipo membranoso que são totalmente cobertas por escamas de formas e cores bastante variadas. Diferem-se das mariposas por conta de diferenças substanciais em seu formato de corpo.
Antes da borboleta se transformar em um inseto evoluído, a mesma passa por vários processos. Primeiramente, a borboleta mãe posta seus ovos em locais seguros, como folhas de árvores mais altas. Depois disso, os ovos “amadurecem” e culminam no nascimento da larva, que é a percursora do inseto. Conhecida popularmente como lagarta, a mesma começa o seu estágio de “engorda”, onde começa a comer muito, onde um grupo delas pode chegar a até mesmo destruir plantações inteiras nessa fase. Depois de saciar-se, a lagarta procura meios de construir o seu casulo, que será o seu “passaporte” para a vida adulta, que é se transformar em uma borboleta. Como lagarta, a borboleta pode permanecer de 1 a 8 meses nesse estado, variando de espécie para espécie. Logo depois, envolve-se em seu casulo e só sai dele quando o processo de transformação em uma borboleta estiver completo.


As borboletas, depois de adultas, tem um período de vida estimado entre um a três meses, podendo esse período variar para mais ou para menos, dependendo, novamente, da espécie. Para manter-se forte, as borboletas utilizam do néctar das flores para se alimentar. Desse modo, além de repor as energias, as borboletas contribuem para a polinização das plantas, assim como fazem as abelhas. Algumas espécies de borboletas são bem pequenas, chegando a pesar míseros 0.3 gramas. Outras, possuem largura de até 30 cm, contando da extremidade de uma asa até a outra.

As Borboletas e a Sua Importância no Meio Ambiente

Como já dito no início desse artigo, os pesquisadores estão cada vez mais buscando meios de interpretar os sinais da natureza em reação às ações humanas que vem cada vez mais causando impactos no meio ambiente. Descobriu-se que as borboletas são um importante método para que isso aconteça. Isso porque, alguns dizem que a presença de borboletas em certos locais pode indicar o grau de impacto ambiental provocado.


É sabido que todas as espécies geralmente procuram os locais que mais lhe propiciam recursos essenciais para sua sobrevivência. Tais recursos são, ainda, alvo de disputas entre as espécies, permanecendo aquela que mais conseguir se adaptar as condições do ambiente – isso é a seleção natural, proposta por Darwin- sendo que a outra espécie, menos preparada, sumiria aos poucos.
Por conta disso, os cientistas e pesquisadores começaram a estudar um grupo de espécies de borboletas que estão presentes na Floresta Amazônica, para tentar entender o impacto ambiental causado por lá.

Os pesquisadores perceberam, por meio desse método, que existem várias plantas que servem de alimentos às borboletas, e, que a falta deles acarretariam em uma debandada das espécies para outros lugares ou poderia culminar, também, em sua extinção.
Por isso, a investigação sobre as borboletas foi de extrema importância para o corpo de pesquisas, já que, com isso, é possível saber quantas espécies de plantas ainda estão sobrevivendo às investidas gananciosas dos homens.  Depois de estudar um grupo de borboletas da Amazônia, um grupo concluiu que o número de borboletas estava um pouco abaixo do normal. Ou seja, isso indica que algumas espécies que servem de alimento às borboletas não estão presentes no local. Apesar disso, não se pode saber ao certo se isso tem relação natural ou com a atividade humana no local.



Fonte: http://meioambiente.culturamix.com/recursos-naturais/presenca-de-borboletas-ajuda-a-avaliar-impactos-ambientais

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Conheça o rio da Amazônia que mata tudo que cai em suas águas

river-kills-everything-that-falls-into-it2capaaa

Há um rio fervente na Floresta Amazônica, na parte central da região peruana, que é capaz de matar qualquer coisa que caia dentro dele. De acordo com a National Geographic, não é exatamente fácil chegar até ele. Para isso, é necessário primeiro uma hora de voo até a cidade de Pucallpa, a maior da Amazônia peruana central, em seguida, duas horas de carro até o rio Panchieta, onde serão necessários mais 30 minutos de barco até uma das pontas do Rio Fervente. Com informações da Providr.
Segundo Andres Ruzo, um jovem explorador da National Geographic, o rio é um lugar de grande poder espiritual. “Um lar para espíritos da selva extremamente poderosos, onde somente os xamãs iam porque outras pessoas tinham medo”. Não são muitos os povos da região que sabem, mas este rio quente curiosamente começa de um afluente frio. Grande parte de seu fluxo é tão quente que poderia matar um ser humano. Muitos animais se tornam vítimas de suas águas quando tentam satisfazer a sede.

river-kills-everything-that-falls-into-it1

Segundo Ruzo, a temperatura média do rio quando é de 86°C. Ele possui 25 metros de largura e seis de profundidade. Sua água extremamente quente corre por cerca de 6,24 quilômetros. Curiosamente, o sistema vulcânico mais próximo dele fica a 700 quilômetros de distância, o que acrescenta ainda mais mistério à origem de sua alta temperatura. Ruzo, que passou cinco anos estudando o rio Fervente, escreveu um livro sobre o assunto (The Boiling River).

river-kills-everything-that-falls-into-it2

Nele, o pesquisador contou que a temperatura das águas pode ser resultante de fontes termais, embora teorias sugiram que essa característica pareça resultado de um acidente em um campo de exploração de petróleo – já que ele está localizado a apenas 2 quilômetros do mais antigo campo de petróleo ativo, que pertence à Maple Energy, na Amazônia peruana.

river-kills-everything-that-falls-into-it3

Contudo, a empresa petrolífera, ao que tudo indica, é responsável por proteger a selva ao redor do rio Fervente. Isso ocorre por que empresas deste ramo podem enfrentar problemas sérios, como perda de concessão, se não cumprirem com questões ambientais. Então, é dever da Maple Energy se certificar de que o verde ao seu redor permaneça verde. Agora, a quem estiver interessado em nadar nas águas do rio Fervente, Ruzo aconselha que só é possível quando ocorrem chuvas fortes. Neste caso, a água fria se mistura com a quente, amenizando a temperatura.

[ Universo Inteligente ] [ Fotos: Reprodução / Providr ]