quinta-feira, 18 de maio de 2017

Qualidade de vida na terceira idade

Exercícios físicos são constantemente recomendados por médicos e instrutores, para quem quer manter a saúde em dia e conseguir o corpo que sempre sonhou. Ocorre, que as recomendações também não são diferentes para pessoas idosas que querem ter qualidade de vida na terceira idade.
Os benefícios para a terceira idade obtidos como resultado das atividades físicas praticadas com regularidade são incalculáveis, começando pelo controle do peso, desenvolvimento da massa muscular, prevenção de doenças, indo até a sensação de bem-estar e relaxamento, graças à liberação de hormônios como a endorfina, durante os exercícios.
Mas, sempre aparecem dúvidas relacionadas ao assunto. E a mais frequente é até que ponto quem está na terceira idade, também pode se exercitar frequentemente, sem o possível surgimento de problemas típicos da faixa etéria.
Os especialistas são unânimes em afirmar que as pessoas acima dos 60 anos de idade, não só podem como devem praticar alguma atividade física, pois, esta atitude poderá melhorar diversos problemas de saúde porventura existentes, e até mesmo, ajudar a prevenir diversos outros, como aqueles que costumam surgir nas articulações, locais do corpo comumente mais sensíveis nessa fase da vida.


Exercícios físicos são essenciais para uma melhor qualidade de vida na terceira idade.

Porém, na busca por uma melhor qualidade de vida na terceira idade, o mais sensato é que sejam observados alguns detalhes importantes, para não por a saúde em risco.
O aquecimento (antes) e o resfriamento (depois da atividade) devem ser mais longos para quem está na terceira idade, para que não se corra o risco de ter algum problema muscular como estiramento ou lesão muscular.
Durante o aquecimento, os idosos precisam investir em flexibilidade e mobilidade, para que os sistemas muscular e esquelético fiquem mais aptos à prática da atividade. Já no resfriamento, o calor do corpo vai se dissipando aos poucos, o que é necessário para que os vasos sanguíneos periféricos continuem dilatados ao ponto de não oferecerem riscos para a pressão arterial.
Também é importante lembrar que o público da melhor idade deve evitar atividades físicas muito intensas. A qualidade de vida na terceira idade com exercícios deve ser buscada de forma gradativa. Iniciar com algumas pedaladas ou uma boa caminhada de trinta minutos, três vezes por semana, já faz toda a diferença.
Em dias mais úmidos ou quentes, os idosos também devem reduzir o ritmo dos exercícios, outra medida que previne problemas de pressão. Investir em atividades que estimulam a resistência muscular, como o levantamento de pesos mais leves, é sempre uma boa opção.
Claro que, à medida que o corpo for ficando condicionado com o ritmo da atividade praticada, o tempo, a intensidade e a frequência dos exercícios podem ser aumentados.

A importância do acompanhamento médico.


Mas, a qualidade de vida na terceira idade não se restringe somente aos exercícios físicos. Antes de iniciar qualquer atividade, uma avaliação médica é fundamental para os idosos, evitando, como isso, a possibilidade do surgimento de surpresas desagradáveis.


Pedalar ou caminhar regularmente pode fazer a diferença.

Como forma preventiva, a recomendação é a realização de uma bateria de exames médicos, tais como o eletrocardiograma, o ecodopplercardiograma e teste ergométrico.
Devem ser feitos também exames sanguíneos para verificar e, se for o caso, controlar, os níveis de colesterol e açúcar. Idosos com histórico de arritmia cardíaca também devem ser submetidos ao Holter, um registro eletrocardiográfico obtido dentro de um período de 24 horas.
Estes são aspectos básicos que permitem que a atividade física realmente possa trazer qualidade de vida na terceira idade e não seja considerada um sinônimo de problemas de saúde.
Consulte o médico e exercite-se.
Fonte: http://templodocorpo.com/

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Saúde: Benefícios do óleo da semente de damasco



 

Óleo de semente de damasco.


O damasco é um alimento bastante saudável e com um alto teor nutricional. Tão benéfico quanto ele, é o óleo da semente de damasco, extraído, é claro, da semente da fruta.

Portanto, neste artigo, vamos listar as dez principais propriedades do óleo de semente de damasco, que serão motivos mais do que suficiente para que você inclua o alimento no cardápio e se convença a inclui-lo no seu cotidiano.

01. Hidratante poderoso.

Esse óleo surte muito efeito quando usado para hidratar a pele, deixando-a macia e com um aspecto mais bonito. Além de hidratar, ajuda a tonificá-la e mantê-la mais firme e jovem, sem rugas, graças à grande concentração de vitaminas A e E.

02. Controle da acne.

O óleo de semente de damasco tem ação anti-inflamatória, sendo assim, o controle de cravos e espinhas é outro benefício proporcionado para a pele.

03. Beleza dos cabelos.

Também é por causa da vitamina E que esse óleo ajuda a melhorar a aparência e a saúde das madeixas, colaborando com o seu crescimento, dando mais brilho e controlando a oleosidade.

04. Bom para o coração.

Ao incluir o óleo de semente de damasco na alimentação, você pode reduzir as chances de sofrer um infarto do miocárdio. Essa propriedade já foi comprovada em estudos e pesquisas com ratos, e há uma grande chance de que se aplique aos humanos.

05. Previne câncer.

Por ter uma grande concentração de vitamina B17, esse óleo é eficiente na eliminação de células cancerosas do corpo (mas não substitui tratamentos, logicamente).

06. Contra artrite.

Por ter propriedades anti-inflamatórias, o óleo de semente de damasco atua reduzindo drasticamente os sintomas e incômodos provocados pela artrite.

07. Contra gripes e resfriados.

Esse mesmo produto ajuda a fortalecer o sistema imunológico do corpo, tornando-o mais resistente a gripes, resfriados e infecções.

08. Doenças respiratórias.

Um dos maiores benefícios do óleo de semente de damasco é o auxílio que ele presta no tratamento de doenças respiratórias, como bronquite e rinite.

09. Controla as dores.

Algumas dores fortes podem ser controladas pelo consumo desse óleo. Podemos citar como exemplo as que atacam o estômago, o canal auditivo e, até, as que são provocadas por úlceras.

10. Controle da pressão arterial.

Novamente, um benefício proporcionado pela vitamina B17: por possuir essa substância, o óleo auxilia no controle efetivo da pressão arterial.

Fonte: Templo do Corpo

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Estudo; Maconha pode ajudar o cérebro dos idosos

Maconha ajudou no aprendizado de ratos idosos; veja estudo

 



Pesquisa publicada na revista Nature Medicine sugere que a maconha pode afetar o cérebro idoso de forma bastante diferente do que nos jovens. Ao invés de prejudicar a memória e o aprendizado como acontece nos jovens, a substância parece reverter os declínios cognitivos dos ratos idosos.

O pesquisador principal responsável pela pesquisa foi Andreas Zimmer, da Universidade de Bonn (Alemanha). Sua equipe deu doses baixas de tetra-hidrocarbinos (THC), a substância ativa da maconha, para dois grupos de ratos: jovens e idosos.

Resultados

Como esperado, jovens tratados com THC tiveram um desempenho pior nos testes de memória e aprendizado. Eles demoraram mais tempo para aprender onde estavam plataformas escondidas em um labirinto de água e tiveram mais dificuldade em reconhecer ratos que já haviam encontrado antes. Sem a droga, os ratos idosos tiveram resultados piores que os jovens, mas depois de receber o THC os ratos idosos tiveram resultados semelhantes aos dos jovens sem tratamento. “Os efeitos foram muito robustos e muito profundos”, diz Zimmer.
Quando os pesquisadores examinaram os cérebros dos ratos idosos tratados, eles notaram que os neurônios do hipocampo – região responsável pelo pensamento crítico necessário para a memória e aprendizado – haviam criado mais espinhas dendríticas, os prolongamentos dos neurônios que permitem a recepção de estímulos nervosos.
Outro fatos que chamou atenção é que o padrão dos genes dos idosos tratados com THC era radicalmente diferente do que os ratos dessa idade deveriam ter. “Isso é algo que absolutamente não esperávamos: os animais mais velhos que receberam THC pareciam muito semelhantes aos jovens sem tratamento do grupo controle”, diz Zimmer
A descoberta levanta a possibilidade de THC e outros canabinóides agirem como moléculas anti-envelhecimento no cérebro.

Estudo em idosos humanos

O estudo dos efeitos da maconha em adultos mais velhos não é muito frequente, já que a maioria dos estudos foca nos jovens. “Por causa da preocupação com a saúde pública, as pesquisas têm foco muito grande nos efeitos da marijuana na adolescência”, diz Mark Ware, um pesquisador a Universidade McGill (Canadá) que não participou do estudo com os ratos idosos.
O curioso é que o uso de maconha entre pessoas mais velhas vem aumentado drasticamente nos últimos anos, conforme a imagem negativa associada à da substância vai se alterando. Um estudo publicado no início de 2017 mostrou que o uso da droga por pessoas com idades entre 50 e 64 anos aumentou 60% entre 2006 e 2013, e entre idosos de mais de 65 anos, o uso saltou 250%.Zimmer, porém, não recomenda que idosos humanos corram para consumir maconha para melhorar a memória e aprendizado. Estudos ainda precisam ser feitos em humanos para averiguar se os resultados observados nos ratos também serão vistos nas pessoas.
Os pesquisadores da universidade alemã pretendem fazer exatamente isso, e já conseguiram um investimento do governo alemão. Assim que as licenças para a pesquisa forem feitas, os testes devem começar com humanos idosos com problemas cognitivos leves.
Fonte: [Scientifican American]

terça-feira, 9 de maio de 2017

Conforme cientistas a cafeína é melhor do que a morfina para aliviar a dor


Pesquisadores do Boston Children’s Hospital (Hospital Infantil de Boston, nos EUA) descobriram que a cafeína e outro produto químico estimulante podem ajudar ratos privados de sono a lidaremcom a dor.
Segundo o estudo, se quisermos ajudar as pessoas com dor crônica, devemos primeiro abordar o problema da fadiga com a qual muitas delas sofrem.

A pesquisa

Os neurologistas e neurobiologistas do Hospital Infantil de Boston induziram a privação crônica de sono em ratos, entretendo-os com brinquedos quando eles normalmente deveriam estar dormindo.
Em seguida, os animais sentiram diferentes formas de dor, enquanto os cientistas mediram quanto tempo levava para os ratos reagirem à fonte do estímulo negativo. À medida que os ratos ficavam mais esgotados, tornavam-se mais sensíveis à dor e reagiam mais rapidamente.
Por fim, os cientistas trataram os ratos com drogas para ajudá-los a lidar com a dor. Em vez de responder a analgésicos normais como ibuprofeno ou mesmo morfina, os pesquisadores descobriram que os ratos responderam melhor a drogas estimulantes, nomeadamente a cafeína e o modafinil.
No entanto, os dois fármacos não tiveram efeito analgésico em ratos bem descansados, o que confirma que as substâncias estavam agindo sobre a fadiga dos animais, em vez da dor em si.

Dor e cansaço

“Isso representa um novo tipo de analgésico que não tinha sido considerado antes, um que depende do estado biológico do animal”, disse Clifford Woolf, diretor do Centro Kirby no Hospital Infantil de Boston, em um comunicado de imprensa. “Essas drogas podem ajudar a interromper o ciclo de dor crônica, em que a dor perturba o sono, o que, em seguida, promove a dor, que ainda perturba o sono”.
Embora esses resultados não tenham sido demonstrados em seres humanos ainda, os pesquisadores acreditam que o estudo ressalta a importância de promover o descanso junto às pessoas que sofrem de dor crônica.
“Muitos pacientes com dor crônica sofrem de sono fraco e fadiga diurna, e alguns medicamentos para a dor podem contribuir para essas comorbidades”, disse Kiran Maski, especialista em sono do Hospital Infantil de Boston, que não participou do estudo, no mesmo comunicado à imprensa. “Este estudo sugere uma nova abordagem para a gestão da dor que seria relativamente fácil de implementar nos cuidados clínicos”.
Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista Nature Medicine. [Futurism]

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Jardins de Wisley

Descubra por que este jardim nos arredores de Londres é um dos mais belos e visitados do Reino Unido


Incrível, fantástico, inimaginável… Qualquer adjetivo é pouco para descrever RHS Garden Wisley, o segundo jardim pago mais visitado do Reino Unido, atrás apenas de Kew Gardens. Instalado em um terreno de 24 hectares (240.000 m²) em Surrey, um condado a Sudoeste de Londres, o lugar é uma mistura de parque, jardim botânico, escola e campo de testes e abriga mais de 30.000 variedades de plantas vindas de todo o mundo, todas devidamente identificadas.

“Nenhum jardim botânico no mundo tem uma variedade tão grande de espécies”, diz Elizabeth Sharman, a guia voluntária que nos acompanhou em um passeio pelo local. “É um lugar para as pessoas verem, aprenderem e se inspirarem”, complementa. O fotógrafo Valerio Romahn vai além e atesta: “É o mais belo jardim que já vi na vida”.

O Laboratory foi erguido em 1907 para abrigar salas de estudos e pesquisa para os estudantes e cientistas de Wisley | Foto: Mark Boyce

PAIXÃO PERPETUADA


A história de Wisley começa em 1878, quando o comerciante, cientista, inventor e apaixonado por jardins George Ferguson Wilson comprou o terreno para montar um jardim experimental. Sua ideia era plantar no local plantas difíceis de cultivar e o jardim ficou conhecido por sua coleção de lírios, gencianas, íris japonesas e plantas aquáticas.

Em 1902, o espaço foi vendido para Sir Thomas Hanbury, outro comerciante bemsucedido. Considerado um grande filantropo, ele, que já havia criado o Jardim Botânico Hanbury, em La Mortola, na Itália, decidiu, no ano seguinte, doar o espaço à Royal Horticultural Society, como presente pelo 100º aniversário da instituição.

Na época, apenas uma pequena parte do terreno era ocupada por jardins ornamentais. Este espaço foi crescendo com o tempo, até se transformar no que é hoje: uma mistura de jardim botânico e laboratório onde as pessoas podem ver belas plantas, aprender sobre elas e onde são desenvolvidas novas técnicas de cultivo.

Jardins modelo inspiram os visitantes a repetir em casa as composições vistas em Wisley. Na foto acima, um arco coberto por glicínias (Wisteria sinensis) e arbustos topiados servem de pano de fundo para o banquinho charmoso. O vaso com tulipas complementa o cenário.

Em cada estação, plantas diferentes fazem a beleza dos jardins. A primavera é época de apreciar a florada exuberante dos rododendros (1) e a folhagem grande da folha-de-mamute (Gunera manicata) (2). Embora seja nativa do Brasil, esta planta é difícil de encontrar por aqui.



Se tem uma coisa que os ingleses fazem muito bem é combinar cores no jardim. Pode ser misturando flores azuladas com as folhas verdes e amarelas do Euonymus fortunei ‘Sunshine’ (3) ou plantando lado a lado a árvore-de-judas (Cercis siliquastrum), de flores rosadas (4), e a macieira (Malus mandshurica) (5), coberta por flores brancas.



Chamado de Butterfly Lovers Pavilion, este gazebo em estilo oriental é o local perfeito para apreciar os patos que povoam o lago e as texturas e cores do jardim que o circunda.

Foto: Christiane Fenyö

Foi nesta área que, em 1878, George Ferguson Wilson iniciou os jardins que dariam origem a Wisley. Em meio a pedras e pequenas quedas d’água, arbustos e herbáceas com texturas e cores impressionantes compõem cenários magníficos. Hoje o espaço é conhecido como Wild Garden.


Na primavera, as macieiras (Malus hupehensis) repletas de flores dão um show à parte. Esta faz sombra para dois banquinhos ladeados por caneteiros floridos e um vaso com tulipas amarelas e vermelhas.

Foto: Christiane Fenyö

Batleson Hill é território dos rododendros e azaleias. A florada exuberante e colorida destas plantas encanta os visitantes. Outra espécie que surpreende é este ácer de folhagem rosada (abaixo): é impossível não notá-lo em meio ao verde.



Contrastando com folhagens como as do ácer (Acer palmatum) (6) ou combinados entre si – caso do Rhododendron luteum (7), de flores amarelas, e uma espécie de flores rosa (8) –, os rododendros nunca passam despercebidos.



A ESTUFA




A cachoeira cercada por diversas plantas é atração na área temperada úmida

Inaugurada em 2005, a estufa de Wisley é um mundo à parte. Com 3.000 m² de área – o equivalente a dez quadras de tênis e 12 m de altura, ela se divide em três áreas climáticas – temperada seca, temperada úmida e tropical – e abriga cerca de 5.000 plantas, entre as quais espécies raras, ameaçadas de extinção e uma coleção com centenas de orquídeas.

Na zona temperada seca ficam os cactos, suculentas e outras espécies típicas de desertos e regiões semiáridas do planeta. Na zona temperada úmida, a presença abundante da água – o espaço conta até com uma cachoeira – possibilita o cultivo de árvores, arbustos, samambaias e plantas epífitas típicas das florestas temperadas.

Com temperatura mínima de 20 ºC (à noite) e umidade do ar variando entre 65% e 70%, a zona tropical recria as condições encontradas na Floresta Amazônica. Lá, as estrelas são as folhas grandes e extravagantes de palmeiras, bromélias, trepadeiras, além de muitas plantas floríferas.




Foto: Christiane Fenyö



PROGRAME SUA VISITA

• Onde fica: O RHS Garden Wisley fica a 32 km de Londres
• Horário de funcionamento: De 31 de março a 27 de outubro ele funciona das 10h às 18h de segunda a sexta-feira e das 9h às 18h nos fins de semana. De 28 de outubro a 30 de março funciona das 10h às 16h30 durante a semana e das 9h às 16h30 aos sábados e domingos.
• Entrada: Adultos pagam £ 10,75 e crianças e jovens de até 16 anos, £ 4,60
• Mais informações: www.rhs.org.uk/Gardens/Wisley

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Conheça os benefícios da fruta Cranberry para a saúde da mulher

Além de deliciosa, a cranberry combate inúmeras doenças e está associada ao tratamento de infecções urinárias.




Já ouviu falar da Cranberry?

Com sabor azedo e picante, e pequena como uma cereja, a cranberry combate inúmeras doenças. Vantagem essa que os índios americanos já haviam descoberto em 1550 e que os estudiosos mantiveram até hoje.

Para se ter ideia, o alimento é objeto-chave de mais de 600 pesquisas no mundo inteiro. Embora parte delas não seja conclusiva, não restam dúvidas de que os nutrientes dos bagos vermelhos fazem um bem enorme à saúde. Confira!

Proteção íntima

Vem sendo divulgado que a fruta é indicada por médicos e nutricionistas a pacientes que apresentam quadros de infecção urinária. Destaque para as mulheres que, por possuírem a uretra mais curta que os homens, são atingidas, com frequência, pelo problema. Além disso,elas estão mais vulneráveis à bactéria em três fases."Quando iniciam a vida sexual, durante a gestação e no período da menopausa", especifica o urologista Flávio Trigo Rocha, do Hospital Sírio-Libanês (SP).

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Descobertas e novidades sobre alimentação

Dieta mediterrânea e consumo de frutas inteiras podem reduzir as chances de ter diabete; fim do mito do jejum e muito mais. Confira:

Vitamina K
 
A quantidade de vitamina K foi determinada para as principais hortaliças consumidas em São Paulo, em um estudo realizado na Fa­culdade de Ciências Farmacêu­ticas da USP. Dos valores encontrados, destacam-se o espinafre cru (404,57µg/100 g), o repolho verde cru (336,05µg) e a rúcula (319,20µg). A tese é da química Simone Apa­recida dos Santos Conceição Faria, orientada pela professora Marilene Penteado. O déficit desta vitamina pode levar a problemas de coagulação e na manutenção da saúde óssea.

Jejum desmistificado

Todo exame de sangue com jejum exige um período de pelo menos 8 a 12 horas sem ingestão de alimentos, certo? Errado. Na verdade, muitos exames podem ser realizados com apenas três horas de jejum, como hemograma, creatinina, ácido úrico, T4 livre, T4 e T3. Para alguns deles, o jejum não é obrigatório, sendo recomendado apenas evitar refeições mais “pesadas”.
O assessor médico na área de bioquímica clínica do Fleury Medicina e Saúde, Nairo Sumita, explica que o tempo clássico de 12 horas foi definido com base no tempo máximo que uma pessoa normal levaria para metabolizar todo o alimento ingerido na última refeição.

Frutas inteiras


Comer mais frutas inteiras, especialmente uvas, maçãs e mirtilos, foi significativamente associado com um menor risco de diabete tipo 2, de acordo com um novo estudo publicado em agosto conduzido por pesquisadores da Harvard School of Public Health. Um maior consumo de suco de frutas foi associado a um maior risco de diabete tipo 2.


Dieta mediterrânea

Artigo publicado na revista europeia Diabetologia, realizado com a população do European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition, demonstrou que a alimentação com baixa carga glicêmica que também siga os princípios da dieta do mediterrâneo pode diminuir os riscos do diabete tipo 2. Os resultados sugerem que eliminar ou simplesmente restringir o consumo de alimentos com alta carga glicêmica como pães, massas ou açúcar refinados e seguir aquela dieta – que enfatiza o consumo de legumes, nozes, vegetais e frutas – tem impacto significativo na redução do risco do DM2.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/saude/saiba-quais-sao-as-descobertas-e-novidades-sobre-alimentacao/